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quinta-feira, 16 de junho de 2011

ATENÇÃO É POUCO


Cada vez mais tenho escutados pessoas dizerem que entraram no Facebook, por causa de seus filhos. Pois é, temos sim que monitorar nossos filhos.

Se por um lado a tecnologia nos trouxe muito benefícios e facilidades, por outro, ela abre novas formas de abordagem às crianças. Dificil, enfrentamos um problema antigo, mas que agora atua de forma nova.

Antes bastava deixar a criança em casa, que ela estava protegida.

Esta é uma situação muito difícil, pois o perigo esta em todos os lugares.

Por outro lado, não podemos aprisionar as crianças e priva-las de explorar as inúmeras possibilidades que este mundo digital proporciona.

Temos que encontrar um equilibrio. Mas qual o caminho para ele?

Não temos uma receita de bolo, mas acredito que a velha e boa conversa, ainda é a melhor defesa.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

SERÁ QUE TEM MESMO QUE SER ASSIM?



Somos filhas das doidas que resolveram queimar o sutiã.

- Trabalhe, tenha uma carreira, NUNCA dependa de marido.

E este foi o recado dado pelas mães de todas nós.

Conclusão, estudamos, trabalhamos, e não dependemos de marido. 
Somos tão super, que fazemos tudo sozinhas.

Às vezes fico pensando:

Se foram elas que queimaram o sutiã, por que sou eu que trabalho feito louca e ainda tenho que cuidar da casa e dos filhos?  

Ninguém me perguntou se eu queria isso.
Isto me lembra uma tia avó minha que fazia promessa para gente pagar depois.
Assim é moleza!!!

Hoje, aos 40 anos, divorciada, com dois filhos, dou conta de tudo, não me pergunte como.

Será que ainda tenho que sentir culpa por alguma coisa?

Fazemos o impossível e ainda nos sentimos culpadas. Pode?

Vamos olhar tudo o que conseguimos fazer em apenas 24 horas e parar um minuto para refletir.

Somos boas pra caramba!!!!


Jogue a culpa para bem longe e orgulhe-se muuuuito da mulher que você é.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

TER FILHO OU SER MÃE?



Para muitos esta pergunta não faz sentido, mas para mim existe uma diferença enorme entre ter um filho e ser mãe.

Ter filho é fácil. Todo mundo sabe como faz. O difícil mesmo é ser mãe.

Ser mãe não é dar a luz.

Ser mãe é participar da vida do filho. Eu diria que é querer participar da vida do filho.

Normalmente as feministas de plantão tem horror de falar sobre atividades dos filhos.

Acham uma tremenda bobagem esta coisa de fazer lição de casa junto, a babá leva a criança no pediatra, não querem saber o que os filhos comeram no jantar.

Não entendem quando digo que gosto de fazer compras de supermercado. Logo falam: é só entrar na internet, já deixa a lista pronta, e toda semana entra no site e fazem o mesmo pedido. Muito fácil.

Respeito esta posição, cada um leva a vida que é melhor para si. Mas fico muito irritada quando me olham com aquela cara de reprovação.

Estou longe de ser a mãe do ano, e nem pretendo ser, mas procuro participar ativamente da vida de meus filhos.

Nunca chego em casa a tempo de jantar com eles, mas não me estresso, pois escolho cada verdura, legumes e carnes que fazem parte da refeição deles. O lanche que eles levam na escola, também sou eu que escolho.

Além disso, sempre dispenso um cabeleireiro para assistir um bom DVD do Camp Rock ou dos Backyardigans. Depois tenho que agüentar umas falando que eu não tiro a sobrancelha, mas eu não tô nem aí. Nunca estou mal arrumada, mas não morro se não for pintar o cabelo no fim de semana, ponho uma faixa e vou pra rua.

O mais importante é que faço tudo isso com prazer, muito prazer mesmo. Sei que este carinho que eles estão recebendo vai fazer toda a diferença no futuro deles.
Minha vida mudou muito depois que meu filho mais novo nasceu com um problema grave de saúde. Ele me mostrou que a vida é muito boa e que temos que celebrar cada momento que podemos estar todos juntos.

Aprendi a viver o presente e comemorar cada conquista.

E uma coisa posso afirmar: ser mãe é tudo na vida de uma mulher!